quinta-feira, 5 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
Fiquei sabendo que te ligaram durante a madrugada da noite anterior, e que você atendeu completamente dormindo e a pessoa desligou sem nem dizer quem era. E esse “fiquei sabendo” é a minha maneira simpática e não tão maníaca de te contar que fui eu. E que eu sei que você estava dormindo porque você atendeu com aquela voz meio grogue. Além do fato de que você atendeu. E você não costuma atender números desconhecidos à qualquer hora do dia. Número desconhecido porque eu mudei meu número e… Já que nós não nos falamos mais, eu não faço ideia de como te falar que eu mudei o número. Não dá para ligar e dizer que quero que você guarde ele, mesmo sem usar, assim como eu guardo o seu. Mas parte minha queria que você apenas soubesse, entende? Parte minha queria que você tivesse atendido ao telefone porque sabia que era eu. Porque parte de você sempre sabe quando sou eu. E ontem à noite eu apenas não conseguia dormir, e queria que você soubesse disso também. Acho que foi por isso que eu te liguei. Houve uma época que em nossas noites mal dormidas eram as mesmas, em que os motivos pelos quais não conseguíamos dormir eram os mesmos. Você e eu. Sempre. Não mais. Você dormia tranquilamente, enquanto eu me debatia entre a falta de ar e a vontade de gritar. Você não se lembrava da minha existência, quando eu apenas desejava que os piores pesadelos se passassem pela sua mente, que eu te assombrasse mesmo nos melhores sonhos. A verdade é que esses meses todos não mudaram nada em mim. Eu continuo sendo apenas uma criança por dentro, continuo querendo destruir a casa toda vez que alguém me destrói. E prefiro não ter um lar do que chamar de lar aquilo que nem residência é. Eu não sei mentir. Ou melhor, eu sei mentir muito bem. Apenas não quando se trata de você. Quando você está diante de mim, eu me torno transparente. E tenho a impressão de que há mil paredes me afastando de você. Eu sempre estive pronta para falar a verdade. Você que nunca quis. Você que sempre fugiu quando o assunto era nós dois. Você que apenas riu e olhou para mim como quem pede desculpas. Não peça. Apenas me diga o que está acontecendo. Apenas me ligue e diga que sabia que era eu ligando. Que sempre soube. Que sempre saberá. E que sente muito também.
domingo, 24 de junho de 2012
Estou desconfiada de que a gente cresce quando começa a aprender, com o sentimento, muito além da retórica, a não permitir que uma desilusão ou outra nos afaste de nós mesmos e nem dos nossos sonhos mais bonitos. Estou desconfiada de que a gente cresce quando é capaz de entender que estar vivo é perigoso, sim, é trabalhoso, sim, mas também é uma oportunidade rara e imperdível. Que há que se pagar o preço, se a ideia é ser feliz e inteiro (…)
sábado, 23 de junho de 2012
Ele pode estar olhando as suas fotos. Neste exato momento. Porque não? Passou-se muito tempo. Detalhes se perderam. E daí? Pode ser que ele faça todas as coisas que você faz. Escondida. Sem deixar rastro nem pistas. Talvez ele passe a mão na barba mal feita e sinta saudade do quanto você gostava disso. Ou percorra trajetos que eram seus, na tentativa de não deixar que você se disperse das lembranças. As boas. Por escolha ou fatalidade, pouco importa, ele pode pensar em você. Todos os dias. E ainda assim preferir o silêncio. Ele pode reler seus bilhetes, procurar o seu cheiro em outros cheiros. Ele pode ouvir as suas músicas, procurar a sua voz em outras vozes. Quem nos faz falta acerta o coração como um vento súbito que entra pela janela aberta. Não há escape. Talvez ele perceba que você faz falta. E diferença. De alguma forma, numa noite fria. Você não sabe. Ele pode ser o cara com quem passará aquele tão sonhado verão em Paris. Talvez ele volte. Ou não.
terça-feira, 12 de junho de 2012
“Eu espero com o coração na mão pelo o seu abraço e o gosto do seu beijo. Espero para ver o seu sorriso e ouvir a sua voz baixinha sussurrando ao meu ouvido. Espero por nós andando de mãos dadas pelo calçadão, e por sentir o toque da sua pele na minha. Espero pelos nossos corpos juntos, e pelas noites viradas pela falta de sono. Espero pelos seus pés gelados nos meus (na verdade é ao contrario, meus pés gelados nos teu corpo quentinho :) ), e também pela sua risada. Espero pelo seu ciúme, pelo o meu e pelas nossas discussões. Espero por ser mandada embora, por te mandar embora e receber sua ligação de madrugada me pedindo para voltar e dizendo que não é n-a-d-a sem mim e que não sou n-a-d-a sem você. Espero para ouvir suas desculpas e te pedir desculpas, e depois nos reconciliarmos. Eu espero por você e pelo o seu amor. Eu espero por nós.”
domingo, 10 de junho de 2012
quinta-feira, 7 de junho de 2012
Porque a vida segue. Mas o que foi bonito fica com toda a força. Mesmo que a gente tente apagar com outras coisas bonitas ou leves, certos momentos nem o tempo apaga. E a gente lembra. E dá saudade. Uma saudade que faz os olhos brilharem por alguns segundos e um sorriso escapar volta e meia.
Caio Fernando Abreu
domingo, 3 de junho de 2012
Esta certo ?
Esta certo eu me sentir assim, como se tudo estivesse acabado agora, como se eu não tivesse tido tempo de me recuperar, como se você fosse tudo o que eu precisasse para sobreviver, como se ainda pudesse acontecer alguma coisa entre nós.
segunda-feira, 28 de maio de 2012
E ele tem uns olhos centrados e decididos, e Deus como são lindos aqueles olhos. E um senso critico forte, e confiante, que parece que nada no mundo pode abate-lo. E eu gosto disso. Mas talvez o que eu mais ame nele seja do jeito que ele me nota, e do quanto ele só quer ser meu quando me toca, e quando me ouve com atenção, e me coloca no colo sabendo que ele não precisa fazer aquilo, mas ele quer, e logo em seguida ele me sorri meio torto, e é um torto tão lindo, que eu tento fazer ele jurar que vai ser sempre meu… E tem vezes eu fecho os meus olhos depois que ele vai, e agradeço por Deus ser tão bom pra mim, por me dar esse presente, que é quase surreal sentir um amor tão grande por uma pessoa, e ela retribuir.
sábado, 26 de maio de 2012
quarta-feira, 23 de maio de 2012
terça-feira, 22 de maio de 2012
Mudança?
segunda-feira, 21 de maio de 2012
“Quando penso na gente, não consigo pensar na hipótese de não sorrir. Lembro dos momentos que passamos juntos, das risadas escandalosas em plena madrugada, das brigas por ciúmes, dos meu ataques de euforia, do seu jeito empolgado de contar sobre o seu dia, da maneira que os seus braços se encaixavam perfeitamente em volta de mim, em como minhas mãos se encaixavam sob seu rosto, o quanto era bom te olhar nos olhos e ver aquele brilho tão intenso, lembro-me do quanto era bom sentir aquele frio na barriga quando sussurravas em meu ouvido e quando mordia minha orelha, ou beijava meu pescoço. Lembro de como a minha vida se tornou melhor e mais interessante depois que entrastes nela, e por isso sorrio.”
domingo, 20 de maio de 2012
Aquele sorriso, foi o começo de tudo. Aquele sorriso foi inesquecível. Foi quando você sorriu pra mim que tudo começou: a nossa historia, o meu amor, foi simplesmente tudo! Eu me lembro do seu rosto perfeito, junto ao meu, de seus braços em volta de mim, sua brincadeiras… Eu tenho medo. Medo de um dia esquecer a cor do seus olhos, o seu jeito ou até mesmo o som da sua voz. Depois do sorriso, vêm o beijo, logo depois ocorrem decepções, lágrimas, tristezas… mas, eu tento não levar comigo as lágrimas que vieram com o tempo, eu tento sempre me lembrar dos momentos bons que tivemos e assim eu me lembro daquele primeiro sorriso que você me deu.
domingo, 13 de maio de 2012
Faça o mundo parar de girar e me tenha em seus braços outra vez. Roube-me e leve-me para nosso mundo. Aquele em que as coisas ruins ficavam camufladas e nada nos atingia. Aquele que nos perdíamos em meio aos abraços. Junte-me ao seu colo. Acomode-me em seu peito. Faça com que eu me perca em ti, em teus olhos. Hipnotize-me para que de seu olhar eu não fuja nunca mais. Arranca de mim todo o mal. Guarde-me contigo. Aconchegue-se ao meu lado e, por favor, daqui não saia jamais.
sábado, 12 de maio de 2012
Olha, Zé, lê isso, escuta se conseguir e anota se precisar: eu te amo. Eu te amo com cada pedacinho que há em mim, com cada força que existe dentro de mim e com toda fraqueza também, porque, Zé, mesmo depois de todo esse tempo, você ainda me deixa com as pernas bambas, com a mão suando frio e com o coração acelerado. E sabe Zé, é porque te amo que vou te deixar partir. Eu sei que é o melhor para nós dois, mas eu só queria entender cada promessa que fizeste. Foram todas falsas? Porque, sabe, eu juro que vi suas lágrimas, juro que senti que era verdade. Mas os dias recentes foram tão estranhos,não é, Zé? Sei que você percebeu, essa semana que não nos falamos… É claro que o fim seria esse. Você tem medo de abraços, da união de corpos, de corações. E nossas almas chegaram a se encontrar. E você precisou ir. Acho que fomos além do que você aguentava. Entendo essa sua partida. Sinto saudades, aqui, quieta. Estou parada, sinto o azedo no fundo da garganta. Saiba: te quero, te espero.
domingo, 29 de abril de 2012
sábado, 28 de abril de 2012
No silêncio do meu quarto.
Eu conto sem medo,
tudo aquilo que escondi durante o dia inteiro,
pro meu amigo travesseiro.
~ Querido John.
sexta-feira, 13 de abril de 2012
Por favor, só não esquece que eu ainda lembro de você, que eu ainda tenho seu nome na minha agenda e em quase todas as folhas do meu caderno, que seu cheiro ainda está na minha blusa e que a aliança que eu me recusei a devolver está em um colar que sempre levo comigo. Eu faria tudo por você. Eu tenho medo de que acabe, mesmo que não tenha sobrado nada. […] Eu ainda penso em você antes de dormir. Não esquece de mim. Não esquece meu telefone, meu nome, meu endereço. Não larga o carinho em qualquer esquina e esqueça como tudo começou. Não esquece que eu não quero que você vá, mesmo que seja necessário. Você é parte de mim. Eu não guardo mágoa, só tem amor aqui dentro de mim. Amor e dor. Não esquece que eu ainda abriria a porta se você resolvesse voltar. Não esquece disso, porque o resto só depende de você.
quinta-feira, 12 de abril de 2012
Lembra de quando a gente conversava? Todo santo dia, eram horas seguidas e o assunto parecia inacabável. Você precisava de mim, e eu? Dependia de você pra respirar, se não for muito exagero. E por falar em exagero, a que ponto chegamos nós… Hoje somos perfeitos estranhos um para o outro, e para piorar, da ultima vez que conversamos preciso dizer que não te reconheci, e que facilmente te confundiria com uma pedra de gelo. As coisas mudaram, mais do que imaginava e bem mais do que eu gostaria. Onde será que encontro uma máquina do tempo? Ou melhor, onde será que encontro aquele que você costumava ser antes? Seja lá o que tenha acontecido, peço que tragam-me de volta.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
Eu disse,
"Por favor, fique,
Dê ao nosso amor uma chance por um dia mais."
Nós poderíamos ter resolvido as coisas,
Dar tempo, é disso que se trata o amor...
Mas você enfiou uma flecha
Através dos meus sonhos,
Através do meu coração.
E estou de volta onde eu comecei, novamente,
Nunca pensei que isso acabaria...
domingo, 8 de abril de 2012
Coelhinho da Páscoa, que trazes pra mim?
Muito mais que os deliciosos chocolates, coelhinhos, ovos, a Páscoa celebra a Vida Nova, Ressurreição de Jesus Cristo para salvar dos pecados a humanidade.
Cristo nos deixou uma lição de amor para ser espalhada pelo mundo inteiro, independente de raça, religião ou classe social.
Que o coelhinho da Páscoa traga muito amor no coração, caridade, paz e compreensão.
Uma Páscoa iluminada
sexta-feira, 6 de abril de 2012
~ A Dama e o Vagabundo
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Enquanto a chuva molha meu rosto ela esconde a minha lágrima que insiste em tocar o chão. Enquanto o frio toma o meu corpo eu aprendi sem a gramática que saudade não tem tradução. Eu preciso tanto de você, o seu amor é o que me faz crescer e conhece como a própria mão, cada medo do meu coração. Hoje pensei tanto em nós dois que não podia deixar pra depois e eu vim aqui só pra dizer que eu sou louco por você. Que eu sou louco por você.
~ Rosa de Saron
~ Rosa de Saron
quinta-feira, 15 de março de 2012
Sou forte. Meio doce e meio ácida. Em alguns dias acho que sou fraca. E boba. Preciso de um lugar onde enfiar a cara pra esconder as lágrimas. Aí penso que não sou tão forte assim e começo a olhar pra mim. Sou forte sim, mas também choro. Sou gente. Sou humana. Sou manhosa. Sou assim. Quero que as coisas aconteçam já, logo, de uma vez. Quero que meus erros não me impeçam de continuar olhando para a frente.
terça-feira, 6 de março de 2012
”Porque já não temos mais idade para, dramaticamente, usarmos palavras grandiloqüentes como “sempre” ou “nunca”. Ninguém sabe como, mas aos poucos fomos aprendendo sobre a continuidade da vida, das pessoas e das coisas. Já não tentamos o suicídio nem cometemos gestos tresloucados. Alguns, sim - nós, não. Contidamente, continuamos. E substituimos expressões fatais como “não resistirei” por outras mais mansas, como “sei que vai passar”. Esse o nosso jeito de continuar, o mais eficiente e também o mais cômodo, porque não implica em decisões, apenas em paciência.” Caio Fernando Abreu
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
"Cansei de tentar escrever pra ti, sobre ti. Com uma tentativa falível de tentar mudar nossa situação mal-resolvida, cansei. Eu já deveria ter caído na real á muito tempo, somos sem jeito mesmo. E agora, eu tenho toda a certeza de que nós nunca vamos realizar todos aqueles sonhos e desejos que tínhamos, nós nunca vamos realizar nossas promessas, sabe porque? Porque nunca fomos o suficiente. Eu nunca fui suficiente pra ti e nem você pra mim. Então, digo e repito com convicção: desisto. Dói em mim, tanto quanto em você, dizer-te tais palavras, mas é preciso. Porque uma hora a gente cansa de por fé em algo que sabemos que nunca irá dar certo. Então, me perdoe, eu não quero te magoar, e se já estou fazendo isso, desculpe-me, não é minha intenção. E sério, sério mesmo, não vamos fingir sermos o que realmente não somos. E nem com todos os remendos malfeitos que fazíamos pra tentar dar certo, bastaram para sermos. Não quero que ache que estou tentando por a culpa toda em ti. Nós erramos. Erramos quando acreditamos em nós. Éramos tão perdidos um no outro, que acabamos nos achando. E nos perdendo de novo e de novo, nos perdemos tanto que acabamos nunca mais nos encontrando. Mas entenda que não estou te deixando. Eu não quero te prender mais, quero que seja livre, seja feliz, mesmo que isso dependa da minha distância. Eu não consigo entender porque diabos fomos ser assim. Erramos no começo, meio e fim, e acreditamos que estávamos certos. Desculpe o palavrão, querido, mas que porra foi essa que nos tornamos? Porque não poderíamos por pelo menos uma vez, dar certo? Porque tudo tem de ser assim? Porque tivemos de ter esse nosso meio-fim? Porque tínhamos de ter esse desfrecho tão lamentável? Digo, somos de desistir fácil e partir pra outra, deve ter sido isso, não sei. Viu? Estou fugindo do foco, deixastes-me assim, sem foco. Me odeio por ainda te escrever tentando por um ponto final nessa nossa bagunça inconcordável. Se é que ela tem um ponto final, no qual já deve ter se transformado em reticências. Você me faz me odiar por ainda ir tirar conclusões contigo. Acho que te amo tanto que tô começando a te odiar. De verdade, não consigo e não sei mais como olhar em teus olhos, não sei mais como olhar o teu sorriso, porque lembro que um dia fui o motivo dele. Não desconto minha raiva incontrolável em ti, desconto nas palavras. Mas quer saber? Tu nunca deu o mesmo valor que eu atribui a ti. E cá entre nós, você acha coisa melhor. E, quando você sofrer novamente, não estarei lá. Não de novo. Digo com toda a certeza: desisto. Quero mesmo é esquecer de tua existência, do número da tua casa, da tua roupa preferida, do teu energético favorito, da música que lembra você, do filme que lembra o que éramos, de tudo. Tudo que me lembra você, que lembra nós. Quero conhecer gente nova, amar gente nova, me importa com gente nova, até que meu coração esteja todo preenchido de vazio e não reste nenhum espaço pra você. Para o teu amor. Para que quando falarem de teu nome, não me venha teu rosto em minha mente, para que quando me perguntarem o que aconteceu com aquele garoto que eu tanto falava, eu diga com um sorriso traiçoeiro “anda longe.” Mas eu vou lembrar de você, tenho certeza, e nos dias de inverno, eu reverei nossas fotos e escutarei nossa música, sem nenhuma dor ou saudade. Desculpe-me, mas não espero mais nenhuma atitude que venha de você. A única coisa que espero, é que fique engasgado com teu orgulho doentio e que ainda sinta minha falta. E que sofra o insuportável por não me ter nem sequer 1% mais. E que lamente todos os dias quando acordar e não ver nenhuma mensagem minha. Me desculpe, mesmo não devendo te pedir perdões. Até porque não estou fazendo nada de mais, estou fazendo o que é certo, correto, sensato. Indo embora, Te deixando com todas as explicações e justificativas possíveis para ir. Esse meu amor, por ti, continua. Mas vai morrendo aos poucos. E sem querer ir direto ao ponto, mas já indo: Eu te amo, só não te quero mais. "
Escrita dia 07/09/2011
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Dois meses
Comemorando os 2 meses de namoro apresento para vc amigos que acompanham meu blog, meu amado Wagner, que está me fazendo a pessoa mais feliz.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
Esse ano foi marcado por muitas lágrimas, muitas decepções e muitas perdas.Mas o ano de 2011 foi marcado mesmo pra mim como aprendizagem, esse ano eu aprendi que só o amor de um não basta e que por mais que você ame alguém você deve deixá-la livre, e que isso dói muito, aprendi que as pessoas sempre vão te decepcionar mesmo as que você ama demais, aprendi que mesmo que você não queira as pessoas vão sair da sua vida sem ao menos te dar um adeus ou um motivo para isso ter acontecido, e o que as pessoas dizem que serão eternos hoje podem terminar no dia seguinte e que em 2012 eu possa colocar em práticas tudo que aprendi, porque palavras o vento leva.
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