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quarta-feira, 29 de junho de 2011


Eu acho que você nunca entendeu direito.. ou melhor, eu nunca te expliquei direito. E eu nunca vou conseguir te explicar nem a metade do que eu sinto, mas eu vou tentar. E não falo isso pra você, porque você sabe… eu não sei falar isso pra você. Mas, é mais do que amor… acho que você não tem o conhecimento da profundidade disso. É querer te fazer sorrir, mesmo que eu faça papel de ridícula, palhaça, bobona, só quero te ver sorrir. É querer te proteger o tempo todo, é querer tirar tudo de ruim que aparece na sua vida, todo o mal, todo o aborrecimento, eu só quero te proteger, cuidar de você. É querer melhorar por você, querer acabar com esse meu ciúme todo pra não estragar tudo. Porque sim, eu sempre estrago tudo, mas com você, eu tento ser diferente. Eu quero ser diferente, eu quero que você tenha orgulho de mim. Te amo por tudo o que você é, e por tudo que você não é também. São seus defeitos que se encaixam perfeitamente nos meus. São suas manias, suas raivas, tudo de ruim e de bom que eu amo tanto em você. 

terça-feira, 28 de junho de 2011


Eu sei como é se segurar e deixar para chorar só quando ligar o chuveiro, assim ninguém vai perceber que eu estou chorando. Eu sei como é refletir sobre a vida antes de dormir e se certificar de que ninguém está acordado para começar a chorar e soluçar. Eu sei como é sofrer tão dolorosamente que as vezes você precisa fingir que vai ao banheiro, ou beber água, apenas para lavar o rosto e se recompor. Eu sei como é ter os olhos úmidos e aquele medo de que não seja forte o suficiente para segurar as lágrimas quando está em público. Eu sei como é sentir aquele nó enorme na garganta, que te sufoca, até que você cede e chora. Eu sei como é sentar na cama, pegar o travesseiro e chorar tanto, mas tanto, que se surpreende com o rio que terá que esconder da sua família. Acredite, eu sei como é tudo isso.

segunda-feira, 27 de junho de 2011





De verdade verdadeira, sabe. Chega desse negócio de você longe de mim, anda. Põe um pé na frente do outro e corre na minha direção. Se equilibra em mim, seu ponto de apoio. Encosta tua boca na minha, deixa que elas se entendam, que briguem e façam as pazes ao mesmo tempo, se entendendo, se enlaçando. Me leva daqui, me põe nas costas e me deixa sentir o peso do teu corpo embaixo do meu, esquecer meus olhos nos seus, querendo você, você e você. Chega perigosamente perto, o bastante pra que você se prenda, que não queira ir, que me prenda como se tivesse a melhor coisa do mundo ali, na sua frente, assim como pretendo prender você, seus olhos, seu sorriso, suas mãos, braços, barriga, um pacote cheio de armadilhas, que você vai saber desvendar.

terça-feira, 21 de junho de 2011


Uma lágrima rolou do meu olho ao perceber que era a última vez em que eu ia ver você. Outra lágrima rolou dentro do meu coração ao ver a velocidade com que as vidas vão em vão.  

Fresno.

sábado, 18 de junho de 2011


"As mulheres têm muitos defeitos. Os homens, apenas dois: tudo que eles dizem e tudo que eles fazem."

(Provérbio Americano)

quinta-feira, 16 de junho de 2011


Numa aldeia vietnamita, um orfanato dirigido por um grupo de missionários foi atingido por um bombardeio. Os missionários e duas crianças tiveram morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar ajuda por um rádio. Ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da Marinha dos EUA chegaram ao local. Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria, devido aos traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas como? Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali possuía o sangue preciso. Reuniram as crianças e, entre gesticulações, arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecer e que precisariam de um voluntário para doar o sangue. Depois de um silêncio sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino chamado Heng. Ele foi preparado às pressas, ao lado da menina agonizante, e espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele mantinha-se quietinho e com o olhar fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou o rosto com a mão que estava livre. O médico perguntou-lhe se estava a doer, e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas. O médico ficou preocupado e voltou a perguntar, e novamente ele negou. Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso, mas ininterrupto. Era evidente que alguma coisa estava errada. Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecer com Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele explicando-lhe algumas coisas, e o rostinho do menino foi-se aliviando. Minutos depois ele estava novamente tranquilo. A enfermeira então explicou aos americanos: - Ele pensou que ia morrer, não tinha entendido o que vocês disseram e achava que ia ter que dar todo o seu sangue para a menina não morrer. O médico aproximou-se dele e, com a ajuda da enfermeira e perguntou: - Mas, se era assim, porque é que você se ofereceu a doar seu sangue? E o menino respondeu, simplesmente: - ELA É MINHA AMIGA

quarta-feira, 15 de junho de 2011


Se você ama uma pessoa só pelo que ela é por fora, então você não a ama. O amor não se mede em beleza. Você tem que amar alguém tanto pelos seus defeitos, como pelas suas qualidades. Você tem que amar uma pessoa completamente. Um amor às cegas. O coração, sem dúvidas, é bem mais importante do que qualquer físico desse mundo.

quinta-feira, 9 de junho de 2011


“E não adianta nem me procurar em outros timbres, outros risos. Eu estava aqui o tempo todo só Você não viu.”

                                                                          (Pitty)

terça-feira, 7 de junho de 2011


Ganhei esse selinho da amiga Patricia!!
Comemorando os 400 seguidores dela.
Parabéns!!

Regras? 
Dedique este selo aos blogs que 
realmente tocam o seu coração!


segunda-feira, 6 de junho de 2011


Trancar o dedo numa porta dói. Bater com o queixo no chão dói. Torcer o tornozelo dói. Um tapa, um soco, um pontapé, doem. Dói bater a cabeça na quina da mesa, dói morder a língua, dói cólica, cárie e pedra no rim. Mas o que mais dói é a saudade. Saudade de um irmão que mora longe. Saudade de uma cachoeira da infância. Saudade do gosto de uma fruta que não se encontra mais. Saudade da mãe que morreu, do amigo imaginário que nunca existiu. Saudade de uma cidade. Saudade da gente mesmo, que o tempo não perdoa. Doem essas saudades todas. Mas a saudade mais doloridaé a saudade de quem se ama. Saudade da pele, do cheiro, dos beijos. Saudade da presença, e até da ausência consentida. Você podia ficar na sala e ela no quarto, sem se verem, mas sabiam-se lá. Você podia ir para o dentista e ela para a faculdade, mas sabiam-se onde. Você podia ficar o dia sem vê-la, ela o dia sem vê-lo, mas sabiam-se amanhã. Contudo, quando o amor de um acaba, ou torna-se menor, ao outro sobra uma saudade que ninguém sabe como deterSaudade é basicamente não saber. Não saber mais se ela continua fungando num ambiente mais frio. Não saber se ele continua sem fazer a barba por causa daquela alergia. Não saber se ela ainda usa aquela saia. Não saber se ele foi na consulta com o dermatologista como prometeu.Não saber se ela tem comido bem por causa daquela mania de estar sempre ocupada, se ele tem assistido às aulas de inglês, se aprendeu a entrar na internet e encontrar a página do Diário Oficial, se ela aprendeu a estacionar entre dois carros, se ele continua preferindo Malzebier, se ela continua preferindo suco, se ele continua sorrindo com aqueles olhinhos apertados, se ela continua dançando daquele jeitinho enlouquecedor, se ele continua cantando tão bem, se ela continua detestando MC Donald´s, se ele continua amando, se ela continua a chorar até nas comédias. Saudade é não saber mesmo! Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamentonão saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche. Saudade é não querer saber se ela está com outro, e ao mesmo tempo querer. É não saber se ele está feliz, e ao mesmo tempo perguntar a todos os amigos por isso… É não querer saber se ele está mais magro, se ela está mais bela. Saudade é nunca mais querer saber de quem se ama, e ainda assim doer. Saudade é isso que senti enquanto estive escrevendo e o que você, provavelmente, está sentindo agora depois que acabou de ler.

(Miguel Falabella)

domingo, 5 de junho de 2011


Sempre um novo dia nasce em nossas vidas.
A vida é uma mistura de alegrias e tristezas, de prazeres e sofrimentos, de esperanças e decepções, mas é justamente nessas horas que a nossa fé faz a diferença.

quinta-feira, 2 de junho de 2011


A vida é um grande espetáculo , portanto vale a pena 
vivê-la , apesar de todas as dificuldades.
Ela pode se curta ou longa demais para todos nós . 
O fato é que nada do que vivermos terá sentido se 
não tocarmos o coração de cada pessoa 
que estiver ao nosso lado .
Viva então intensamente seu momento agora 
com muito amor e carinho porque ele é único!