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domingo, 28 de dezembro de 2014


Sou possessiva. Completamente. De certa forma, creio que essa característica tenha me ajudado a ser quem sou, mas ela é burra no que se refere ao amor. Eu quero que o outro - qualquer um, qualquer um, qualquer um mesmo, quando esse um está disfarçado em nomes próprios - tenha a noção de como seria incrível viver aquele minuto um pouco a mais comigo. Os meu desejos, os meus prazeres, os meus segredos, as minhas taras, as minhas reticências (…). Mas a minha maior burrice é não perceber que não ter esses momentos não significa que nada disso exista. E existir é o melhor que tenho a fazer, ponto. Posso estar bem comigo mesma.

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